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PAED: horizonte de longo prazo

De acordo com a Estratégia Nacional de Defesa, o Brasil deve fortalecer três setores de importância estratégica: o espacial, o cibernético e o nuclear. Cabe ao Estado capacitar a indústria nacional de material de defesa para que conquiste autonomia em tecnologias indispensáveis nesses setores.

A materialização desse cenário exige esforço orçamentário continuado. A visão de uma indústria de defesa nacional forte só se concretiza com estabilidade, previsibilidade e fluxos contínuos de recursos. O Plano de Articulação e Equipamento de Defesa (PAED) atende a essa exigência, ao observar uma projeção temporal de 20 anos, a contar de 2012, para a execução de seus projetos.

As atenções do PAED, contudo, não estão voltadas apenas para dentro das Forças Armadas. São aspectos inerentes à ampliação da operacionalidade das Forças os investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação, com a consequente integração entre indústria e universidades.

É pressuposto da Estratégia Nacional de Defesa (END) – e, portanto, do PAED – que a modernização dos meios militares se dê a partir de produtos de defesa com tecnologia sob controle brasileiro, o que exige capacitação da indústria nacional de defesa e autonomia tecnológica em longo prazo. Um horizonte que projeta forte impacto sobre outros setores da atividade nacional, especialmente aqueles ligados à competitividade industrial em produtos de alto valor agregado. E que representa a multiplicação de oportunidades, no período indicado, para geração de trabalho, renda e desenvolvimento para o país.

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